Olá caros alunos!!!
Estou sentindo falta de algumas postagens...
O Eduardo não está cadastrado, alguém poderia ajudá-lo? Bom, quanto aos artigos de opinião, estou ansiosa para lê-los!!!
Beijos!!
obs.; somente a Cris postou o artigo de opinião e, aguardo os textos da primeira edição dos seguintes alunos: Gabriel, Eduardo, Maria e Meiriellen.
Prô. Meire
Metamorfose Textual
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Em meio a tanta violência, encontramos o ser humano vulnerável diante de ral situação
Podemos observar o quão fragilizadas estão as autoridades policiais. Eles que deveriam nos proteger, estão sendo atacados severamente. Estão com medo e acuados diante de tanta violência, e seus familiares também sofrem com essa situação.
Chegamos a este ponto pela falta de punição e de leis que muitas vezes são brandas e confusas. Muitos criminosos são presos por crimes violentos, mas logo em seguida pagam fiança e são absolvidos, voltando a sua vida comum sem nenhum tipo de punição a não ser financeira. Isso contribui para que esses criminosos se sintam protegidos pela lei, e dessa forma continuem a gerar mais violência.
Também vivemos em um momento onde o ser humano tem sido desvalorizado de diversas maneiras. As pessoas não se importam com o próximo, e se tornam cada dia mais egoístas, gananciosas, querendo sempre tirar vantagem ou proveito as custas do seu próximo. Isso nos mostra o quanto a valorização das "coisas" está acima das pessoas, e indiretamente essa crise gera mais violência, pois a partir disso surgem as brigas, discussões, e até mortes. A globalização e o capitalismo tornam a vida nas grandes metrópoles um caos. Nós estamos sempre correndo e preocupados com as responsabilidades, deixando com que as obrigações tomem um lugar maior do que os nossos relacionamentos de amor com o próximo.
Devido a essas situações citadas, sem dúvidas, podemos afirmar que vivemos um tempo de guerra! E, como viver em meio a guerra? O que pode ser feito para mudar essa realidade?
Pode ser que a resposta para essas perguntas seja, primeiramente no âmbito político, remunerando e qualificando os policiais da melhor maneira possível, zelando pela sua saúde física e mental. Além disso, criar uma reforma nas leis, tornando-as realmente eficazes para os crimes cometidos, além de trabalhar na recuperação psicológica do criminoso, não apenas em sua punição física.
No âmbito social, todos nós nos tornamos responsáveis por transmitir o amor ao próximo, ensinar as crianças, e promover a paz. Palestras e eventos que ensinem esses tipos de valores também são eficazes em determinados graus de complexidade da violência, e em determinadas sociedades.
Dessa maneira, concluímos que apesar dos tempos difíceis em que vivemos, é responsabilidade nossa reverter essa situação, para que assim possamos viver em uma sociedade melhor.
Chegamos a este ponto pela falta de punição e de leis que muitas vezes são brandas e confusas. Muitos criminosos são presos por crimes violentos, mas logo em seguida pagam fiança e são absolvidos, voltando a sua vida comum sem nenhum tipo de punição a não ser financeira. Isso contribui para que esses criminosos se sintam protegidos pela lei, e dessa forma continuem a gerar mais violência.
Também vivemos em um momento onde o ser humano tem sido desvalorizado de diversas maneiras. As pessoas não se importam com o próximo, e se tornam cada dia mais egoístas, gananciosas, querendo sempre tirar vantagem ou proveito as custas do seu próximo. Isso nos mostra o quanto a valorização das "coisas" está acima das pessoas, e indiretamente essa crise gera mais violência, pois a partir disso surgem as brigas, discussões, e até mortes. A globalização e o capitalismo tornam a vida nas grandes metrópoles um caos. Nós estamos sempre correndo e preocupados com as responsabilidades, deixando com que as obrigações tomem um lugar maior do que os nossos relacionamentos de amor com o próximo.
Devido a essas situações citadas, sem dúvidas, podemos afirmar que vivemos um tempo de guerra! E, como viver em meio a guerra? O que pode ser feito para mudar essa realidade?
Pode ser que a resposta para essas perguntas seja, primeiramente no âmbito político, remunerando e qualificando os policiais da melhor maneira possível, zelando pela sua saúde física e mental. Além disso, criar uma reforma nas leis, tornando-as realmente eficazes para os crimes cometidos, além de trabalhar na recuperação psicológica do criminoso, não apenas em sua punição física.
No âmbito social, todos nós nos tornamos responsáveis por transmitir o amor ao próximo, ensinar as crianças, e promover a paz. Palestras e eventos que ensinem esses tipos de valores também são eficazes em determinados graus de complexidade da violência, e em determinadas sociedades.
Dessa maneira, concluímos que apesar dos tempos difíceis em que vivemos, é responsabilidade nossa reverter essa situação, para que assim possamos viver em uma sociedade melhor.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Era uma vez uma noite muito terrivel na cidade de São Paulo estava acontecendo muitos assassinatos na cidade então a policia entrou em ação em uma das casas havia um cadaver morto isso aconteceu na madrugada então o morador da casa estava pronto para sair de sua residencia para ir ao serviço quando de repente ele abriu a porta de sua casa e ele viu um cadavaer ele ficou assustado e começou a ligar para a policia para entrar em ação e descubrir quem matou aquele cadaver então começou a ligar pare a todas as policias da cidade de São Paulo para descobrir quem matou simplesmente os moradores falarão que o bandido estava fugindo de outros grupos da policia entao simplesmente descobrirão quem matou foi a policia.
domingo, 25 de novembro de 2012
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Um fato inusitado ocorreu ontem em uma residência nobre da região de São Paulo.
Um distinto senhor, que após fazer seu desjejum, fora levar seu cão, como de costume, para um passeio matinal, porém antes de deixar sua residência se deparou com um corpo no alpendre de sua casa.
Após verificar que o mesmo se encontrava morto, entrou e logo comunicou o fato à policia.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
A tragédia Bate a Porta
Naquele dia, Manoel acordou mais cedo do que estava acostumado, pois fazia muito calor naquela noite. Como não conseguia dormir, ele resolveu levantar-se logo para cumprir sua rotina diária.
Ele se levantou, se espreguiçou e se dirigiu a cozinha para preparar seu café. Em seguida foi até o banheiro, tomou um banho frio para aliviar o calor, se vestiu, pegou sua bolsa, chaves do carro e foi até a garagem de sua casa. Assim que abriu o portão, Manoel se deparou com um corpo estendido na calçada de sua casa, e em pânico, ligou para a polícia. Antes que a polícia chegasse, ele foi até o corpo para verificar se realmente estava morto, notando assim que de fato que já não havia mais sinais de vida, pela rigidez que o corpo apresentava. Ele então ficou ali ao lado do corpo até a chegada da polícia.
Portanto, deve-se sempre estar preparado para qualquer situação, pois não sabemos quando a tragédia baterá à porta.
Naquele dia, Manoel acordou mais cedo do que estava acostumado, pois fazia muito calor naquela noite. Como não conseguia dormir, ele resolveu levantar-se logo para cumprir sua rotina diária.
Ele se levantou, se espreguiçou e se dirigiu a cozinha para preparar seu café. Em seguida foi até o banheiro, tomou um banho frio para aliviar o calor, se vestiu, pegou sua bolsa, chaves do carro e foi até a garagem de sua casa. Assim que abriu o portão, Manoel se deparou com um corpo estendido na calçada de sua casa, e em pânico, ligou para a polícia. Antes que a polícia chegasse, ele foi até o corpo para verificar se realmente estava morto, notando assim que de fato que já não havia mais sinais de vida, pela rigidez que o corpo apresentava. Ele então ficou ali ao lado do corpo até a chegada da polícia.
Portanto, deve-se sempre estar preparado para qualquer situação, pois não sabemos quando a tragédia baterá à porta.
Um morto na porta de casa
Autor: Felipe Carias
Data: 14/11/2012
Objetivo: Produzir um texto, com estilo literário parecido com um manual de instruções ou receita.
Titulo: Um morto na porta de casa
Introdução: Ao abrir a porta de sua residência, em um dia comum como qualquer outro e após acordar, tomar um banho, trocar de roupa, tomar um café, você de repente se depara com um morto, na porta de sua casa.
Saiba como agir em uma situação tão problemática. Este manual lhe trará noções básicas, de como agir em tal situação.
Como agir:
1. Não toque no corpo, nem o mova com qualquer objeto.
2. Ligue para a policia o mais rápido possível e informe o ocorrido
3. Procure manter á calma enquanto aguarda os policias.
4. Isole o local, com uma corda, ou qualquer objeto que possa identificar que o local esta isolado. A distancia do isolamento deve ser de aproximadamente um metro do corpo do corpo.
5. Na chegada dos policiais.
a. Só fale quando for solicidtado (a), pelo policial.
b. Não omita os fatos; conte a verdade.
6. Caso for chamado (a) para ir a delegacia:
a. Acompanhe os policiais a delegacia de espontânea vontade, sem qualquer resistência.
b. Leve os devidos documentos (RG, CPF, Carteira de Habilitação).
c. Na delegacia descreva ao delegado o ocorrido, não omita os fatos; conte a verdade.
7. Caso não for solicitado comparecer a delegacia:
a. Descanse; procure relaxar.
b. Se possível durma na casa de um parente ou de algum amigo, para não focar sua mente na cena do morto em sua porta.
Materiais utilizados:
1. Uma corda, ou objeto que possa funcionar como isolamento.
2. Celular ou telefone residencial.
3. Documentos de identificação pessoal (RG, CPF, Carteira de Habilitação).
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